Evidências: Operação Prato: Novas Revelações


Já no início do segundo semestre de 1977, o pânico se instaurou naquelas localidades, sendo que as autoridades locais procuraram ajuda militar. Assim, em meados de agosto de 1977, o chefe da 2ª Seção do I COMAR – Comando Aéreo Regional do Pará, o coronel Camilo Ferraz de Barros, apoiado pelos brigadeiros Protásio Lopes de Oliveira e João Camarão Teles Ribeiro, criaram a “Operação Prato” designando o capitão Uyrangê Bolívar Soares Nogueira de Hollanda Lima para a chefia daquela equipe, que objetivava esclarecer o que de real existia sobre aqueles aparecimentos.
Vinte anos depois, em 1997, Uyrangê Hollanda confirmou publicamente sua participação divulgando vários detalhes das pesquisas realizadas por sua equipe de militares na época, inclusive mencionando seus contatos pessoais com aquele inusitado fenômeno, descrevendo as naves e os seus tripulantes. Pouco tempo depois dessas revelações se suicidou, criando muita polêmica no meio ufológico brasileiro, pois alguns pesquisadores acreditavam que ele realmente havia se suicidado, enquanto que outros defendiam que ele fora assassinado por causa de suas revelações. Havia ainda outra vertente que afirmava que Uyrangê não teria morrido, mas sim, mudado de identidade e deixado o nosso País.
Particularmente acredito no suicídio, pois em seus depoimentos de 1997 ele deixa claro que já estava pensando nisso, além de já ter tentando o suicídio em anos anteriores, conforme afirmaram seus familiares.
No início do ano 2000 notei que havia dois croquis (um mapa e uma representação artística de um avistamento) efetuados pelo sargento Flávio, sobre um caso envolvendo um piloto e que não constava nos relatórios oficiais em meu poder. Entretanto, havia o nome da testemunha. Meses depois, consegui localizar o piloto comercial Cláudio Guimarães Temporal, que me forneceu detalhes da sua ocorrência.


Pediu-me para lê-lo e se estava correto eu assinasse o documento. Ele me disse: “Você é um cara de sorte avistou uma Nave Mãe, essa aí já é nossa velha conhecida! Dá uma olhada aqui.”. Então tirou da bolsa, várias fotografias em preto e branco com silhuetas de discos, pontos luminosos que pareciam estrelas. O objeto que eu avistei parecia um enorme navio na cor marrom não vi trem de pouso, depois desse fato continuei exercendo minha atividade até novembro de 2002 quando me aposentei e nunca mais avistei outro, quanto ao co-piloto, era um rapaz que estava estagiando, peruando vôos, inicio de carreira de todo piloto, nunca mais eu soube dele, é o que eu recordo. Um abraço, Cmte. Temporal”
Fonte:BUR.com.br
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